Coordenadora da Associação
“A hi ti Paluxene”
Meu nome é Celina Salomão Mungoe e há sete anos estou a fazer tratamento antiretroviral. Nos últimos dois anos estou a utilizar medicamentos de segunda linha, mas nunca tive recaídas graves e nunca fui internada. Sou uma mulher simples e ninguém chega a pensar o que está a acontecer comigo.
Nós, activistas, falamos da manutenção do tratamento contra a Sida em todas as províncias e distritos, das máquinas de leituras células CD4 (células de defesa do organismos) e de análise da carga viral (do HIV) exactamente por causa de situações como a que eu passei. Estava a tomar normalmente os comprimidos da primeira linha, era uma paciente aderente, mas o meu organismo não estava a corresponder. O meu CD4 não subia; a minha carga viral oscilava muito - num mês podia estar baixa, noutro subir.